sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Arte e história no São João Batista

Durante a tarde de quarta-feira 29-10 tive a oportunidade de fotografar muitas das inúmeras obras de artes e jazigos de importantes figuras da história do Brasil. Agora esse tour não será mais exclusividade, pois os administradores do cemitério disponibilizam desde quinta-feira 30-10 visitas guiadas, pelo monitor Jaime Gouvêa, que há 20 anos trabalha no local. 
São esculturas de Rodolfo Bernadelli, do francês Jean Magrou e túmulos de personalidades como o jornalista e político Carlos Lacerda e de um dos expoentes da fotografia no Brasil Marc Ferrez. Muito mais do que aspecto sombrio que muitos vêem os cemitérios, a proposta de torná-lo acessível, assim como os de Buenos Aires, Londres e Paris, é uma oportunidade de aprender sobre nossa cultura de uma forma diferente. Essas são as obras que mais me chamaram a atenção, não necessariamente as que estão catalogadas e com QR Code. Vale a pena conferir.      

Escultura de Rodolfo Bernadelli


Escultura de autor desconhecido 


Obra do francês Jean Magrou 


Jazigo de Carlos Lacerda 


Jazigo do fotógrafo Marc Ferrez


Escultura de autor desconhecido


Obra de Rodolfo Bernadelli

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

LUZ

              Seja pela fé ou pela necessidade de ver o que está no horizonte, a luz se torna a essência da vida. Desde do nascimento sua referência mostra a importância que tem. Entretanto sua ausência não pode parecer o fim. Talvez na escuridão estejam respostas e caminhos que nos guiarão a destinos muito mais reveladores. E justamente quando parecemos que iremos sucumbir a falta de luz, mostramos que a força que existe dentro de nós é capaz de acender de um lampião a um holofote. Para mim o holofote está aceso e apontado no contra luz para impedir que o mal me atinja. E contra tudo e contra todos eu respondo com o alimento dos seres vivos, a LUZ. 














quarta-feira, 30 de julho de 2014

FESTIVAL DE INVERNO



http://www.festivalsescdeinverno.com.br/blog/post/confira-o-que-rolou-no-primeiro-final-de-semana-do-festival

Petrópolis - Fotos: Erbs Jr. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

GRAFITE EM MOVIMENTO




O Festival SESC de Inverno que acontece em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo trouxe para a Serra Fluminense o universo do grafite. Com o tema "Da cor da rua" o evento este ano oferece até 31 de agosto a exposição Grafite em Movimento no SESC Quitandinha com obras de 20 artistas, que vale a pena conferir. No domingo, 27/07, tive a oportunidade de fotografar em ação e inaugurando a exposição alguns desses feras da latinha e do pincel.
Essa arte já deixou há tempos de ser marginalizada, no mundo todo seus expoentes são respeitados e servem de exemplo para a nova geração.
Tenho alguns artistas de preferência e que acompanho suas obras pelas ruas do Rio, como o Toz, Marcelo Eco, ACME, Joana Cesar e Igor Nunes (SRC), mas nessa exposição pude conhecer outros que agora passo a admirar da mesma forma. Alguns desses estão também registrados no meu post, Adeus à arte, que fiz no elevado da Perimetral antes de sua demolição.



Airá Ocrespo, Rafo Castro e Carlos Bobi







domingo, 12 de janeiro de 2014

A pedidos

Nós fotojornalistas quando entramos em comunidades, costumamos despertar reações das mais diversas entre os moradores. Tudo depende das circunstâncias. Em alguns casos eles nos querem lá por uma questão de segurança, outras a reação é mesmo de aversão ao nosso trabalho. Porém, entre as crianças a receptividade com os profissionais da imagem é de encantamento e curiosidade. Eles querem ser fotografados e querem mexer em nossos equipamentos. E não basta apenas registrá-los é preciso mostrar o resultado.
Essas imagens deste post fiz essa semana na comunidade Metrô-Mangueira, que foi desocupada pela prefeitura com intuito de reurbanizar aquela região. Não julgo aqui o mérito do ato governamental, pois o meu foco, neste caso, foram os pedidos dessas crianças com a frase: "Tio tira uma foto minha". O que me interessou foi vê-los com um sorriso estampado no rosto, mesmo em um momento crítico que suas famílias e eles próprios estão passando. Vi nesses registros que ainda existe pureza no mundo desses pequenos, que diariamente são confrontados com as injustiças mundanas, entretanto não deixam de buscarem a felicidade nas coisas mais simples.